COTAÇÕES AGRÍCOLAS

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Previsão de colheita na Rússia pode cair para 70-75 milhões de toneladas, diz governo


Previsão de colheita na Rússia pode cair para 70-75 milhões de toneladas, diz governo
O Ministério da Agricultura da Rússia sinalizou nesta quinta-feira que pode haver mais um corte na previsão da safra de grãos no país, para de 70 a 75 milhões de toneladas, dois dias após o primeiro ministro Dmitry Medvedev ter anunciado que a colheita seria menor do que se esperava anteriormente.

Em visita a Volgograd, uma cidade no vale do Rio Volga, onde a seca está se espalhando e ameaçando a produtividade agrícola, Mededev anunciou uma nova previsão do governo, de 75 a 80 milhões de toneladas --um corte de 5 milhões de toneladas no intervalo projetado.

Veja a notícia na íntegra no site da Reuters
Fonte: Reuters

Cacau: Nova carga retida com insetos vivos agrava temores de uma nova crise no Brasil


Cacau: Nova carga retida com insetos vivos agrava temores de uma nova crise no Brasil

No mercado interno, ágio pago ao produtor tem leve diminuição.

Uma nova carga de cacau importada da Costa do Marfim por uma multinacional foi retida no Porto de lhéus(BA) durante esta semana,contendo insetos vivos.O grande temor dos produtores brasileiros é a entrada de doenças no país, que afetariam a produtividade nacional e poderiam causar nova crise no setor cacaueiro.

De acordo com Thomas Hartmann, analista de mercado, além de ser um grande problema sanitário, o fato é uma preocupação política. Segundo ele,a mercadoria está chegando ao Brasil  sem inspeção prévia no país de origem, o que reforça a insegurança por parte dos cacaueiros.

Ainda não se sabe que tipo de insetos foram encontrados na mercadoria,mas o analista acredita que não é uma espécie nociva para as lavouras de cacau. “De qualquer maneira, é um fato extremamente sério e lamentável.Está sendo levado além do campo técnico, para o campo político”, argumenta. Para Hartmann, deveria ser adotada novamente a inspeção na origem, porém por técnicos brasileiros.

É a segunda vez que o episódio acontece em um curto espaço de tempo, e os pareceres finais sobre a carga ainda estão sendo aguardados.

No mercado interno brasileiro, o ágio pago ao produtor vem apresentando uma leve diminuição, devido a uma entrada excessiva do fruto no país. “O que está havendo é um excesso de entrada de cacau que está provocando problemas graves de armazenamento. Em função disso,várias das grandes empresas compradoras têm reduzido o ágio ou prêmio que se calcula sobre a cotação na Bolsa de Nova York”, diz. 

O analista frisa, entretanto, que a diminuição do ágio é um fenômeno passageiro que deve se normalizar entre seis a oito semanas.
Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

Boi na semana: Excesso de oferta e queda no consumo continuam pressionando cotações


Boi na semana: Excesso de oferta e queda no consumo continuam pressionando cotações
O mercado do boi gordo se manteve pressionado durante a semana, trazendo como principais fatores de baixa o excesso da oferta e a queda no consumo.

De acordo com Lygia Pimentel, consultora de mercado, as chuvas duraram mais que o normal nesse ano, se estendendo até maio e junho, meses em que normalmente o clima já está mais seco. Com isso, os pastos se mantiveram em bom estado e há mais animais ofertados, conseqüentemente. “Normalmente em maio a gente já vê os pastos mais secos, e há redução na oferta. Mas nesse ano isso não aconteceu”, diz.

O cenário é preocupante para os pecuaristas, já que os custos subiram, principalmente o valor dos grãos, e o preço pago ao produtor também caiu muito. Com a desaceleração da economia mundial, impulsionada pela crise na zona do euro, o mercado interno já foi impactado e as taxas de desemprego no país voltaram a aumentar – o que fatalmente prejudica o consumo. “O consumo interno está estagnado. Há esperanças de que a Rússia volte a comprar, e isso poderia ajudar o cenário. Mas ainda não há nada confirmado, então temos que esperar”, diz a consultora.

Para a próxima semana, a expectativa é que a oferta comece a diminuir um pouco, apesar de ainda haver boi de confinamento no mercado. O cenário ruim para os preços, entretanto, não deve ter grandes mudanças a curto prazo. Pode haver melhora daqui a 15 dias, com a secagem dos pastos. De qualquer maneira, o consumo precisa acompanhar essa melhora, segundo a analista, que frisa que o cenário positivo não traria uma alta, e sim uma estabilização.”Se o mercado não cair mais do que está, já é uma melhora”, finaliza.

A referência em São Paulo nesta sexta-feira(03) opera em R$ 87,00 a 89,00 por arroba à vista, e no Mato Grosso do Sul e Goiás, o valor está em torno de R$80,00 a 82,00, também à vista.
Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

América do Sul pode ter safra recorde de grãos com seca nos EUA


América do Sul pode ter safra recorde de grãos com seca nos EUA
Os produtores rurais da América do Sul se preparam para plantar uma safra recorde de grãos e oleaginosas frente à seca que castiga as lavouras nos Estados Unidos e já provoca uma séria quebra da safra 2012/13. Brasil e Argentina são os maiores produtores sulamericanos e devem liderar os aumentos. 

Na Argentina, a produção de milho deverá saltar do recorde de 22 milhões de toneladas para 31 milhões na próxima safra, e a colheita de soja é estimada em 56 milhões de toneladas, com uma alta de 35% em relaçã ao ciclo 2011/12. 

O Brasil, por sua vez, deverá registrar a maior colheita de soja da história, superando as 82 milhões de toneladas. Dessa forma, o país supera os Estados Unidos e assume o posto de maior produtor mundial da oleaginosa. 

No Paraguai, quarto maior exportador mundial de soja, a produção poderá dobrar e chegar aos 7,8 milhões de toneladas. 

Esse aumento estimado para a safra sulamericana se apoia em três principais fatores: as perdas norte-americanas, a previsão de condições climáticas favoráveis durante a temporada 2012/13 e, principalmente, os preços em patamares bastante altos não só no mercado internacional quanto no mercado interno. 

A pior seca da história do Estados Unidos já resulta em um sério e preocupante prejuízo para o abastecimento mundial de alimentos que se aproxima dos 50 milhões de toneladas na atual safra de grãos. A menor oferta, portanto, têm impulsionado os preçosm haja visto que essa quebra sucede uma outra registrada na América do Sul durante a safra 2011/12, quando boa parte das lavouras foram dizimadas pela falta de chuvas ocasionada pelo La Niña.  

No caso da soja, acompanhando a escalada dos preços no mercado internacional, os prçeos no mercado doméstico também caminham a passos largos e batem recordes. A oleaginosa, safra atual, já vale mais de R$ 80 nos portos. Para a safra nova, os negócios superam os R$ 60. 

Este cenário também tem sido, portanto, um atrativos para os produtores da América do Sul. Segundo um analista de mercado do banco internacional Credit Suisse Group, a produção sulamericana de soja deverá registrar um aumento de 30% com os sojicultores mirando os altos preços e as boas condições do solo nos países produtores. 

"Os agricultores sulamericanos irão responder aos altos preços aumentando seus hectares plantados" disse Juan Luciano, chefe de operações da processadora Decatur, de Illinois. 

No Brasil, a preferência para a próxima safra deverá ser pela soja ao invés do milho em função dos menores custos com sementes e transportes, segundo explicou o presidente da Aprosoja e sojicultor, Glauber Silveira. "Você tem mais segurança com a soja, é mais fácil de vender antecipadamente. Eu já vendi 60 por cento da minha colheita do ano seguinte com antecedência", disse. 

Outro fator que estimula o aumento da produção de grãos e oleaginosas na América do Sul é a previsão de um clima propício. OS produtores contam com as chuvas que devem chegar com o El Niño e trazer condições favoráveis para as culturas. 

No entanto, ainda é preciso bastante atenção, uma vez que as chuvas podem ser menos intensas do que as registradas em episódios anteriores do fenômeno climático, segundo explicou o climatologista da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, Eduardo Serra. 

Muitos produtores argentinos precisam das precipitações que ocorrem durante a chamada tempestade de Santa Rosa para semearem o milho. 
Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Período de estiagem prejudica produção de carne em MT


Período de estiagem prejudica produção de carne em MT
O inverno é uma estação com poucas chuvas e no Centro-Oeste brasileiro esse período se caracteriza pela estiagem. Esta estação é conhecida também como entresafra da pastagem, por isso os animais devem ser alimentados através do confinamento ou semi confinamento.

A perspectiva para a época da seca era de aumento de 14% nos confimentos em Mato Grosso, mas com os elevados preços de soja e milho isso não aconteceu e esses valores estão passando por uma reavaliação. Hoje, das 29 milhões de cabeças de gado no Estado, apenas 17% estão confinadas.

Chance de chuvas nos EUA pressiona grãos na CBOT nesta quarta


Chance de chuvas nos EUA pressiona grãos na CBOT nesta quarta
Nesta quarta-feira (1), a soja, o milho e o trigo fecharam o dia em baixa na Bolsa de Chicago. O mercado internacional de grãos voltou a registrar uma correção dos preços diante de novas possibilidades de chuvas nos Estados Unidos e também das expectativas sobre a reunião dos bancos centrais europeus , que acontece nesta quinta-feira (2). 

Como já vinha sendo afirmado pelos analistas, até que a tendência climática se firme nos Estados Unidos, o mercado deverá se manter bastante volátil. Isso deve acontecer até o meio deste mês. Com isso, movimentos como estes de realização de lucros registrados nesta quarta deverão ser comuns. 

Novos mapas climáticos apontam que há um tempo mais ameno em uma área maior dos Estados Unidos e maiores possibilidades de chuva. Entretanto, como explicou Steve Cachia, analista de mercado da corretora Cerealpar, caso cheguem essas chuvas, os volumes ainda serão baixos e insuficientes para reparar os estragos causados até agora. 

Além disso, os investidores também aproveitam essas novas informações para se proteger, ajustando suas posições de olho no próximo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima semana. 

Cachia acredita que o departamento irá fazer alguns ajustes em suas estimativas, principalmente no caso da soja e do milho, porém, ainda não é possível saber a medida e o alcance dessas mudanças. O analista afirma ainda é que preciso uma atenção maior para os números sobre os estoques que o boletim trará. 

Paralelamente, há ainda os fatores externos, como a influência do macrocenário. O momento é de espera pelas decisões que serão tomadas na reunião dos bancos centrais europeus nesta quinta e o impacto que terão no mercado financeiro. 

Veja como ficaram as cotações dos grãos nesta quarta-feira:


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sábado, 28 de julho de 2012

Parabens agricultores

Parabéns agricultores
Assim como dizem que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher, podemos dizer que por trás do sucesso econômico do Brasil existem homens no campo, que são a força humana desse país.


Eles trabalham em silêncio. Lutam sem parar por melhorias, desde o preparo do solo até a colheita.   Muitos são responsáveis pela geração de emprego e renda, construindo a grandeza do nosso povo. São vários profissionais em um só, pois plantam, empreendem, inovam e administram.

São a força... no batente desde o amanhecer até o entardecer.

São corajosos... se revelam na tradição, cultura e história.

São guerreiros... enfrentam as dificuldades climáticas, pragas e doenças.

São inteligentes... não se cansam de aprender, buscando sempre mais e mais
conhecimento.

São alegres e divertidos.... problemas? Eles não se abatem por causa deles. Na realidade, eles os veem como desafios.

São heróis... São exemplo de vida... São o celeiro do mundo!

Parabéns, agricultores!


Obrigado pelo pão nosso de cada dia...
Por: A.  Morgan











Parabéns agricultor por sua luta e dedicação! Se na roça não planta, a cidade não janta!